Adeus ano velho, feliz ano novo!

Você deve ter lido o título e ficado: peraí, em que mês estamos? Mas bem, dizem que o ano só começa depois do Carnaval, então não estou tãaaao atrasada assim, né? :P
Brincadeiras à parte, esse post demorou a sair não só pela loucura que já foi meu início do ano, como também porque eu pensei mil vezes sobre o que eu realmente queria escrever nele. Foi difícil, mas saiu! :)



Então eu quero começar falando um pouquinho do que foi 2015 pra mim. Migo, seu loko! Que ano intenso, cheio de desafios, decepções, alegrias, conquistas e vários altos e baixos. Logo, um ano muito bom! Mas Tati, cê não falou que rolou umas coisas ruins também, doida? Sim, sim! E não é isso que faz as coisas boas ficarem ainda melhores?! Não é depois da chuva que vem o arco-íris, hehehe?! Como aprendemos também em Divertidamente (que eu fiz resenha aqui, vem ver!), a tristeza é fundamental para que a alegria seja tão importante - e alegre, rsrs.

Deixando a filosofia de lado, só tenho a agradecer pelo ano que passou, que me fez crescer cada vez mais e definitivamente me tornou uma pessoa diferente - e em alguns pontos melhor. Mas o propósito de hoje não é nem falar tanto assim de 2015, mas sim de 2016 e o que eu espero dele.

Sempre rolam aqueles desejos que temos toda virada de ano e listinhas de objetivos que fazemos - ou só pensamos mesmo hehe - para essa nova etapa. Só que dessa vez a coisa foi um pouco diferente comigo: só senti, realmente, essa mudança de fase após o Carnaval. Então o clichê do começo do post tem tudo a ver no fim das contas, rsrs. Isso porque o primeiro mês e meio foi tão atolado, confuso e cheio de pensamentos, que eu simplesmente não consegui sentir essa mudança. E isso me fez aprofundar em algumas ideias e repensar várias coisas da minha vida. E isso me leva a tão esperada despedida de uma fase para outra, que aconteceu logo depois do carnaval e que me levam a minha lista de coisas desejos/coisas que espero fazer nesse belo ano novo:

1. Pensar mais em mim
Essa é uma tarefa semi cumprida. Já comecei a praticá-la no âmbito profissional, mas no pessoal isso sempre é mais difícil pra mim (mas eu tento, juro). Pisciana, né, amores. Não é ser egoísta propriamente, veja bem (aliás, egoísmo é um assunto que vai render já já em um próximo post neste blog, que já está na minha cabeça há um tempo), mas me permitir fazer as coisas mais por mim, não só pelos outros.

2. Fazer (mais) o que eu gosto
Isso acaba sendo uma consequência do ponto 1. O negócio é que a vida é tão corrida que a gente vai atropelando as coisas, deixado pequenas felicidades de lado, nos consumindo somente por obrigações e nos fazendo mais infelizes. Vamos fazer pelo menos uma coisa das quais gostamos, mesmo, genuinamente, por dia?

2.1 Postar mais no blog
Eu já disse o quanto amo isso aqui?!  Sei que em 2015 as postagens por aqui foram menos frequentes e que todo começo de ano rola aquela história de: vou fazer mais disso, juro! Mas esse ano eu realmente vou me dedicar por aqui. Não como uma obrigação, porque nunca senti que fosse. Mas porque isso me faz bem e ponto. Porque eu gosto, porque escrever me deixa mais leve, porque é uma maneira de desabafar e me faz muito feliz. Precisa de mais? :)

3. Me organizar e cumprir minhas metas e planos
Sabe quando você quer mil coisas, se empolga e fica na ansiedade de fazer tudo de uma vez? Eu sou muito assim! Só que eu esqueço que sou apenas um ser humano normal, sem super poderes, com tempo limitado e outros afazeres. E não quero abandonar meus projetos e nem irei. Então pra isso, vou me organizar mais para ir fazendo um pouquinho de tudo que quero, mas de cada vez, com prioridades e de maneira que eu não precise desistir de nada. Não é tão utopia assim, vai?!

4. Não guardar as coisas (ruins) pra mim
Eu sempre fui um livro aberto, sério. Mas algumas coisas da vida fizeram eu me fechar bastante (pro meu nível, né, convenhamos). Só que eu acho isso péssimo! Como eu disse, eu sou pisciana, rsrs, e meu jeito de ficar bem é extravasar, colocar as coisas pra fora. Não precisa nem mesmo ser falar mais, mas tirar aquilo de dentro de mim, seja escrevendo, cantando, falando sozinha. O negócio é não deixar nenhuma energia ruim me consumir.

5. Não deixar o samba a amizade morrer
Aqui vai um paradoxo do ponto 1, hehe. Ao mesmo tempo que quero pensar mais em mim mesma, eu não vou e nem quero deixar de pensar em quem eu gosto e quero bem. Tem que ter um equilíbrio nos dois, não é possível, rsrs! A correria da rotina faz a gente se afastar, muitas vezes, dos nossos amigos e de quem nos quer bem, e o orgulhinho e ego do ser humano, em ambas as partes, faz cada um ficar no seu canto, porque fulano que não me procura mais, blablabla! Stop the mimimi! Bora se amar e ser feliz, gente. Chega de joguinhos, em qualquer tipo de relacionamento (amoroso, de amizade, etc). Quer falar, fala. Quer ver, chama. Quer jogar papo fora, jogue. Não precisa se encontrar e dizer que ama só no dia do aniversário né? - Mas, aproveitando a deixa, no dia do aniversário, principalmente, tem que ter muito amor, viu?! E o meu tá chegando: 16 de março, fica a dica :P



E vocês, o que esperam de 2016?



Colorín colorado este cuento se ha acabado.

Para oír, cantar y bailar: Anavitória e Henrique Leahy

Para começar bem a semana, tem duas indicações de músicos fofos com canções que são puro amor! ♥



A primeira vocês já devem conhecer, porque, pelo menos na minha timeline, está super bombadinho: Anavitória. Essa dupla de Tocatins começou com vídeos simples, caseiros, bem gente como a gente. Quer dizer, mais ou menos, porque, pelo menos eu, não tenho a voz linda dessas meninas, hahaha!

Ana e Vitória se conhecem desde pequenininhas, mas não se desgrudaram depois de serem apresentadas por uma outra amiga em comum e, juntas, se encontrarem nessa conexão com a música. Elas começaram a fazer alguns covers, além de músicas próprias, e resolveram enviar para o fofíssimo do Tiago Iorc o cover que fizeram de uma música dele. O cantor, que estava lançando seu selo para artistas independentes, Forasteiro, abraçou a causa. E aí, com a benção dessa coisa linda de Deus, não tinha como dar errado, né? *__* haha!

Então dá o play e curte essas duas músicas delas que são de acalmar o coração:







A segunda dica provavelmente é novidade pra todo mundo, mas já #FicaADica: salva no spotify, baixa no offline e ouve no repeat. Sério! Até porque, já fica o aviso também: é viciante, amigos. Mas tudo bem, porque estaremos juntos nessa. :P

Essas 3 músicas fofíssimas abaixo são do amigo Henrique Leahy (que conheci esse ano, então por enquanto, não tenho muuuuitas informações para dar. Mas já deixo aqui registrado que a primeira entrevista oficial vai ser minha, né, Henrique? :P), que também tem uma voz linda, combinando com as letras e melodias que acariciam os ouvidos. O EP, o primeiro da sua carreira solo (porque eu descobri na internet enquanto fazia esse post que ele teve uma banda, olha só! haha Procura ai: Banda Betamax) não tem nem dois meses, se não me engano, e já fazem parte da minha playlist diária. A capa, também super linda, é de outro amigo, Yuri Goo.


Então chega de falar escrever/ler e vamos ouvir o alerta fofura da vez:



O Henrique ainda não tem uma página oficial (vou dar umas dicas de Social Media :P hehe), mas dá pra seguir o perfil público dele aqui e aqui! E assim que tiver um perfil oficial, eu divulgo no blog também ;)
Ah, quem não tiver spotify (que loucura, vem que é vida!), pode ouvir também pelo SoundcloudRdioiTunes e Deezer.




E aí, já conheciam a dupla Anavitória? O que acham?
E as músicas fofas do Henrique, curtiram?
Se tiver sugestões de músicas boas, deixe no comentário também. Vou adorar! :)



Colorín colorado este cuento se ha acabado.

Películas con palomitas: Um Senhor Estagiário


(Foto: reprodução)


Alerta de fofura: Robert De Niro vai fazer você querer colocar ele num potinho e levar pra casa durante o filme todo, mesmo! E Anne Hathaway fofa e poderosíssima como sempre 

Ben Whittaker tem 70 anos, é viúvo, aposentado e cansado da mesmice da rotina. Quando se depara com um anúncio de estágio para seniores em uma e-commerce de moda, decide tentar a vaga. Afinal, o que tinha a perder? A fofura e o jeito engraçadinho de uma geração mais velha lidando com as tecnologias mais modernas já começa por ai, na candidatura dele ao cargo, que deve ser feita através de um vídeo. 'Eu tive que perguntar pro meu neto o que é uma porta USB, mas estou disposto a aprender'. Como não apertar, gente?! Haha!


Jules Ostin, jovem e dona do bem sucedido About The Fit, a loja virtual que com apenas 18 meses já é um sucesso e cresceu muito além do esperado, é uma workaholic nata. Acostumada a fazer tudo em sua empresa (incluindo atendimento ao cliente), ela é aquela típica chefe que tem dificuldade de admitir o quanto sua empresa cresceu e que deve abrir mão de algumas funções para lidar com problemas e questões cada vez maiores. Com a mania de querer fazer parte de tudo, ela trabalha o dia (e noite) todo e mal tem tempo para sua vida pessoal, sua filha e seu marido, que largou tudo para poder cuidar da família enquanto Jules seguia seu sonho, que fora ideia do próprio companheiro.


Lidar com um estagiário idoso e que mal entende de tecnologia era tudo que ela não precisava por agora. Ainda mais quando a pressão de seus investidores e de seu marido para que ela contrate um CEO para comandar a empresa é cada vez maior. Mas se já é difícil desapegar de pequenas tarefas, imagina só abrir mão das decisões finais de sua própria empresa, criada e desenvolvida por ela?

A vida acaba mostrando para Jules que, na verdade, Ben era tudo que ela precisava naquele momento: não só tinha muita experiência para trocar com ela, como acabou virando o amigo que a reservada jovem empresária precisava para desabafar e para ajudá-la a resolver seus problemas.


Um Senhor Estagiário (The Intern) fala sobre relacionamentos, excesso de trabalho, valores, família, crises, diferenças de gerações e um pouquinho de feminismo.  A luta de uma mulher batalhadora que sofre críticas da sociedade por isso é um dos meus pontos favoritos no filme. Assim como a demonstração da insegurança por trás de uma figura tão confiante e poderosa. No fim, somos todos seres humanos. ♥ É claro que tem algumas falhas em alguns conceitos feministas e quem é mais extremista pode até criticar algumas partes do filme. Mas pra mim ele tem a dose certa (não exata, acho que podia ter um pouquinho mais) e fala de uma forma leve de um assunto que as vezes é tão polêmico. 









O filme é leve, divertido, com reflexões e não tem como não sair com um sorriso no rosto. Até os amigos machistas curtiram :P (né, Hamu? hahaha) Então, se você ainda não viu, corre já no cinema porque como já lançou há um tempinho, não deve ficar muito por lá ainda. E, se você já viu, vem comentar aqui comigo o que você achou. :)



Colorín colorado este cuento se ha acabado.